O ¨Atlas de energia elétrica do Brasil¨, produzido pela Agência Nacional de Energia Elétrica- ANEEL, em 2002, diz: ¨Os perigos da autodestruição foram bem evidenciados em abril de 1986, quando a explosão de um dos quatro reatores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, provocou o mais trágico acidente nuclear da história. A nuvem radioativa atingiu proporções gigantescas, cobrindo parte do território europeu e atingindo milhões de pessoas. Os danos causados pelo acidente foram incalculáveis e ainda hoje há sérias consequências, entre as quais mutações genéticas provocadas pela emissão de material radioativo e contaminação do solo, vegetação e corpos d´água.¨
Ao longo da próximas três décadas, mais de 350 reatores nucleares terão de ser fechados pelo término de suas vidas úteis. Quase 50 anos após a primeira usina nuclear ter começado a produzir eletricidade. Ainda não há resposta sobre como desmantelar um reator de maneira segura e custos razoáveis.
É possível substituir a energia nuclear por uma nova matriz energética para o país, contemplando a redução de desperdícios e privilegiando a geração de energia a partir de fontes limpas, renováveis, economicamente viáveis e socialmente justas. Com a utilização de fontes energéticas renováveis (solar, eólica, biomassa). E nisso o Brasil é muito rico, tem sol o ano inteiro, ventos, água, lixo (biomassa).

Assinaturas contra Angra 3 pela internet:  http://www.greenpeace.org.br/lulinhanuclear